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Entenda como a radiofrequência moderna pode tratar rosto e corpo com mais conforto e menos dor

Entenda como a radiofrequência moderna pode tratar rosto e corpo com mais conforto e menos dor

Radiofrequência monopolar, microagulhada e multilayer permitem uma infinidade de tratamentos e a exclusiva tecnologia de resfriamento das ponteiras à água traz mais conforto e menos dor durante as sessões

A radiofrequência multilayer Evolla XL atinge até 9mm de profundidade — Foto: Freepik

A radiofrequência monopolar não é uma tecnologia nova, mas está fazendo muito sucesso em lançamentos recentes por proporcionar rejuvenescimento e tratamentos corporais com mais conforto e menos dor. “A radiofrequência monopolar está voltando com força porque combina profundidade terapêutica, segurança, versatilidade e resultados visíveis com muito mais conforto que as primeiras versões. Também pela possibilidade de um tratamento sem downtime (tempo de recuperação), hoje em dia procurado por muitos. Ela se reposicionou no mercado como uma opção de alto padrão para flacidez facial”, explica a dermatologista Daniella Curi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Uma das novidades é o Evolla, plataforma que reúne as melhores tecnologias em radiofrequência do mercado (monopolar, microagulhada e multilayer).

A dermatologista explica que o principal diferencial entre as tecnologias mais antigas é o nível de dor. “Os equipamentos atuais conseguem entregar a energia de maneira uniforme com muito mais conforto e segurança”, explica a médica. Evolla ainda traz outro grande diferencial nesse quesito: o resfriamento das ponteiras à água. “Este resfriamento é continuo durante toda a aplicação, atenuando muito a dor do procedimento, o que antes era uma dificuldade dos tratamentos”, completa Daniella.

A primeira das tecnologias é Evolla MP, uma ponteira de radiofrequência monopolar que aquece tecidos profundos estimulando a produção de colágeno. “Por não possuir agulhas, ela é ideal para pacientes que não querem ter downtime ou tem medo de agulhas. Pode tratar flacidez leve a moderada, melhorar a textura da pele e ser realizada em qualquer fototipo. Outra indicação é após o facelift cirúrgico para melhorar os resultados da técnica”, destaca Daniella.

Outra possibilidade de tratamento é Evolla RF, uma radiofrequência microagulhada e fracionada que conta com sistema de vácuo para atenuação da dor e melhora do acoplamento da ponteira. “Ela apresenta agulhas que emitem calor até 3,5mm de profundidade, causando coagulação do tecido e estímulo de colágeno. É interessante para tratamento capilar, mas também podemos usar para estrias, cicatriz de acne, melasma e estímulo de colágeno em geral. Ela tem um pequeno downtime e pode fazer hematomas”, comenta.

Já a radiofrequência multilayer Evolla XL atinge até 9mm de profundidade e, segundo a médica, é ideal para o tratamento do rosto redondo, papada, além de gordura localizada facial e corporal, celulite, flacidez facial e corporal. “Ela tem downtime, pode fazer hematomas e tem agulhas”, explica.

“Os disparos multicamadas despejam energia nas camadas gordurosas causando morte dos adipócitos (células de gordura) e consequentemente redução das medidas, além de promover a retração tecidual, causando um efeito de compressão do tecido mole ao redor das camadas gordurosas reduzindo ainda mais as medidas”, destaca Daniella.

“As principais diferenças são profundidade e halo de aquecimento, a Multilayer consegue atingir os tecidos mais profundamente e também trata até três profundidades em um único disparo, enquanto a RF fracionada chega até 3,5mm”, diz.

A médica ainda explica que as três tecnologias podem ser combinadas, trazendo resultados mais interessantes, principalmente quando se quer diminuir volume facial ou tratar a superfície da pele, como na cicatriz de acne ou melasma, por exemplo. “Evolla é praticamente indolor, sente-se apenas um discreto aquecimento da pele. Em média são realizadas três sessões, mas depende muito de cada caso. Os intervalos são mensais”, finaliza a dermatologista..

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